Em entrevista, Delegada Katarina fala sobre sua atuação para “estabelecer forte conexão política entre Sergipe e Brasília”

A deputada explicou que foca seu mandato em três eixos principais – segurança pública, geração de emprego e renda e políticas públicas para grupos vulneráveis, onde se encaixa as questão de gênero.

Na manhã desta segunda-feira, 12, a deputada federal Delegada Katarina (PSD/SE) concedeu entrevista ao Jornal da Fan, no qual falou sobre sua atuação na Câmara, os projetos apresentados e relatados, a importância da representatividade da mulher nos espaços de poder e uma série de outros temas.

A deputada explicou que foca seu mandato em três eixos principais – segurança pública, geração de emprego e renda e políticas públicas para grupos vulneráveis, onde se encaixa as questão de gênero. Todos eles, segunda a parlamentar, se coadunam no objetivo único de “estabelecer uma forte conexão política entre o estado de Sergipe e Brasília, centro do poder político nacional.

“Na minha campanha toda, eu sempre disse que ia trazer Brasília para Sergipe, e é isso que tenho procurado fazer, alinhar os interesses sergipanos com aquilo que Brasília pode oferecer. Nesse sentido, meu mandato tem sido muito propositivo: até agora, nesses pouco mais de 100 dias, ja foram mais de 120 proposições”, destacou.

Entre elas, estão projetos de lei de sua autoria ou relatoria, requerimentos, audiências públicas. “Estamos atuando para melhorar a vida das pessoas, porque é num mandato assim que eu acredito. Sempre trabalhei com esse objetivo”, afirmou a Delegada Katarina, que também elencou a participação em várias Comissões e Frentes Parlamentares.

Ao ser questionada sobre a possibilidade de colocar seu o nome à disposição do agrupamento político para as eleições de 2024, a deputada garantiu estar focada no mandato atual. “Eu sou deputada federal, tenho que pensar na minha reeleição em 2026. Mas sou parte de um grupo e acho que temos que caminhar um passo se cada vez, degrau a degrau, pois o que acontece para 2024 envolve uma discussão que ainda não aconteceu”, ponderou.

No entanto, ela admitiu que ter o nome lembrado é muito bom e importante, por representar o reconhecimento da sociedade em relação ao seu trabalho. “É um feedback da sociedade que mostra que meu trabalho está seguindo o rumo que eu quero, que é fazer o melhor para as pessoas. Agora, 2024 vai perpassar por toda uma discussão do grupo. E o nome de consenso, o nome que o grupo escolher, eu defenderei”, ponderou.

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